sexta-feira, 11 de janeiro de 2008
quinta-feira, 10 de janeiro de 2008
rappers renovam saraus no EUA
Sempre pronto a experimentar, o hip hop agora flerta com o "spoken word" e revitaliza um cenário que, como o rap, tem o cerne na poesia. O "spoken word", literalmente, palavra falada, ou declamada, pode ser comparado ao que, no Brasil, ocorre nos saraus --reuniões que atraem músicos, escritores, poetas, atores ou apenas interessados em recitar textos.
Os escritores beatniks Allen Ginsberg e Jack Kerouac, por exemplo, tinham o hábito de participar desse tipo de encontro. Também artistas como Laurie Anderson, Jim Morrison, Patti Smith e Tom Waits são famosos por proclamar textos, tanto em shows quanto entremeados com músicas.
A novidade nessa antiguíssima expressão artística é a participação de rappers, como Mos Def e Talib Kweli, em eventos de "slam poetry", um tipo de sarau norte-americano, no qual o público escolhe o melhor poeta. O encontro do hip hop com o "spoken word" estourou nos anos 90, nos EUA, e hoje já é tema de uma competição nacional.
A França, segunda maior produtora de rap do mundo, tem uma expressiva cena "slam", com artistas lotando salas de concerto. Também há registros de "slam" na Alemanha, Reino Unido e Holanda, entre outros.
No Brasil, o "slam" ainda é desconhecido, mas os saraus promovidos pela Cooperifa (Cooperativa Cultural da Periferia) já são freqüentados por alguns rappers. Além disso, alguns MCs,experimentam recitar suas rimas ao vivo.
Os escritores beatniks Allen Ginsberg e Jack Kerouac, por exemplo, tinham o hábito de participar desse tipo de encontro. Também artistas como Laurie Anderson, Jim Morrison, Patti Smith e Tom Waits são famosos por proclamar textos, tanto em shows quanto entremeados com músicas.
A novidade nessa antiguíssima expressão artística é a participação de rappers, como Mos Def e Talib Kweli, em eventos de "slam poetry", um tipo de sarau norte-americano, no qual o público escolhe o melhor poeta. O encontro do hip hop com o "spoken word" estourou nos anos 90, nos EUA, e hoje já é tema de uma competição nacional.
A França, segunda maior produtora de rap do mundo, tem uma expressiva cena "slam", com artistas lotando salas de concerto. Também há registros de "slam" na Alemanha, Reino Unido e Holanda, entre outros.
No Brasil, o "slam" ainda é desconhecido, mas os saraus promovidos pela Cooperifa (Cooperativa Cultural da Periferia) já são freqüentados por alguns rappers. Além disso, alguns MCs,experimentam recitar suas rimas ao vivo.




