quinta-feira, 18 de outubro de 2007

pra verme nem água


o preço da minha amizade
minha sinceridade
planeta terra continua em guerra
armas nuclear
os homens só pensam em matar
nóis e o mundo em movimento
não para nenhum momento
sempre aparece um obstáculos
fazendo showzinho sem espectáculo
pessoas maldosas,sem astral
me da nojo,nem adianta sorrisal
é de atolar a rural
uns falam que são amigos do peito
ideia furada não abraço
to ligado,só tem catarro
tem uns que te sugam tanto
de cima em baixo
só que ficam só com o palito de churrasco
bando de atrasa lado
pode falar que sou confuso
maluco sem parafuso
conversinha fraquinha não me iludo
aprendi desde de menino
si esquivar das maldades
que nem bandido
tem uns vermes que não ta nem vendo
matam artistas
matam o talento
ainda perguntam pra mim
si sou feliz
á,quase morri por um triz
de tanta porrada
aprendi a sorrir
olhar as flores no jardim
nos dias cinzentos
queria pintar o céu
de arco-íris
encher as favelas de cristais
e beijar as fases da lua
marginal sempre anda
na margem do final
si tiver que morrer
ai fazer o que
deixar a carne
para os vermes comer
bater aquela larica
isso ja fizeram demais em vida
simplesmente que me vem em mente
é ser privilegiado
em ser cremado
na beira do rio Ganges na india
ou o cemitério da vila alpina
sei que não sou
Sadhu,Indu ou Indio Xingu
sou mais um mano
da zona sul
quem poder jogar minhas cinzas
ao mar aberto
ou fazer que nem os Xamãs
da logo um teco
si pá sou até droga boa
para pessoas amigas
na antropofágia
pode me consumir
a vontade em vida
mas por favor
sem briga
por:Lobãofamdarua

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